Sou só o cara deitado na calçada tomando chuva, pra sempre...
eu morro de saudades
daquelas coisas nunca dantes vividas
do tempo em que acontecia quase nada
da antiga namorada

morro de saudades
daquela rua em que sempre me perdia
e da calçada que fugia
da viagem pelo espaço sideral pelo fim da tarde

lembro com esperança do tempo não vivido
e da estória contada ao contrário
esqueço os fins e relembro sempre os começos
do tempo e dos pedaços de teto no chão
eu ando morrendo de saudades de chutar o balde
e jogar na cara do mundo

areia de tudo o que é passado

presente
ou futuro.

* Joga Comigo ?

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